A tecnologia, na maioria das vezes é colocada em ultimo plano quando os empresários decidem investir na montagem de um bar ou um restaurante. Na maioria das vezes acabam tendo problemas técnicos, alto gasto com manutenção e deixam de agregar valor ao seu negócio. Abaixo temos algumas situações que além de gerar economia para o negócio ainda irá elevar a experiência do usuário a outro patamar. – Iluminação – Com a automação de iluminação, cenas (conjunto de lâmpadas acionado por um único botão ou por horário) podem ser executadas com o passar do dia, por ex: as lâmpadas podem dimerizar com o passar do horário e de forma automática, trazendo um conforto ao cliente, sofisticação ao ambiente e uma economia de energia ao estabelecimento; – Entretenimento visual – Alguns bares ou restaurantes utilizam vários televisores ou projetores para passar jogos, lutas ou outros eventos. Mas o que acontece normalmente é assinar um ponto de tv paga para cada TV, com isso o custo fica muito alto, além do desconforto de um colaborador ter que ficar ligando e mudando os canais das tvs na frente dos clientes. Com o sistema de automação, pode ser colocado um distribuidor de vídeo no qual os pontos de tv paga diminuam pela metade, além da possibilidade de tudo ficar integrado (tv, som e tv por assinatura), comandado por um painel touch screen ou um app para celular ou tablet, trazendo muito mais facilidade e economia. – Sistema de Áudio – Com o sistema de áudio bem planejado teremos qualidade e intensidade sonora ideal tanto para entreter seus clientes como para fazer uma comunicação direta com seu cliente entregando promoções ou outras informações em tempo real. A automação vai entregar a possibilidade de reproduzir as suas playlists através de um único app, possibilita o comando de volume e a fonte de áudio de forma individual de cada ambiente; Na maioria das vezes esquecemos que esses detalhes podem fazer muita diferença (economia e conforto) no ambiente. Sabemos que decoração e o que está sendo servido são os itens mais importantes mas a tecnologia pode agregar ao seu estabelecimento o tornando mais econômico e aconchegante.
Distribuição de Áudio e Vídeo por IP para empresas – A nova tendência…
Áudio e Vídeo por IP. O que é isso? AV via IP é uma tecnologia que permite a distribuição de sinais de Áudio e Vídeo de alta resolução pela rede local do cliente. Uma das principais vantagens em utilizar um sistema de áudio e vídeo por IP é a utilização da infra estrutura de rede, em muitos casos já pronta e a facilidade na instalação. Podemos ver abaixo outras vantagens do sistemas: Escalabilidade: Talvez a maior vantagem em relação aos sistemas tradicionais analógicos é a facilidade de ampliação ou modernização sem grandes transtornos e com custos relativamente baixos, se comparado aos modelos tradicionais. Custo: Economia significativa em infraestrutura, cabeamento, manutenção e mão de obra. Um sistema de áudio sobre IP tende a ser mais econômico que um sistema tradicional, onde a diferença de custos se amplia na medida em que cresce o tamanho das instalações; Controle: possibilidades ilimitadas de roteamento, supervisão e controle de áudio e dados; Simplificação: Facilidade de reconfiguração e rápida instalação; Integração: Inúmeros benefícios e melhorias podem ser obtidos por meio da integração e interconexão com outras plataformas também baseadas em IP, tais como sistemas de automação. Como o protocolo IP já é por natureza a linguagem padrão dos computadores, um sistema de áudio sobre IP permite se conectar a um ou mais computadores por meio de um único cabo, propiciando uma poderosa interface de baixo custo e alta resolução; Popularidade: Existe uma grande quantidade de informações e recursos disponíveis, tais como livros, revistas, sites e cursos especializados que abordam as tecnologias de redes IP, assim como equipamentos, cabos, conectores, ferramentas e mão-de-obra relacionados podem ser facilmente encontrados no mercado. Sistemas de transmissão através da rede IP apresentam grande tendência de crescimento e aceitação no mercado de áudio, por apresentarem diversas vantagens econômicas e operacionais. Exemplo de um projeto.. A NECESSIDADE A empresa precisava distribuir sinais HDMI de 03 fontes distintas (Câmera de segurança, TV por assinatura e um computador) para 05 telas distribuídas ao longo da empresa. Além da instalação de um sistema de áudio, para avisos sonoros e sonorização dos espaços. O PROJETO Pensando em uma usabilidade intuitiva e nas distâncias, o sistema HDMI via IP MHIR da AV life, foi utilizado para distribuir os sinais de vídeo, por possuir opções que facilitam a gestão dos equipamentos. Foram utilizados 3 transmissores (01 em cada fonte de sinal), 5 receptores (01 em cada Tela), 08 cabos HDMI de interconexão e os cabos de rede. A parte de sonorização contou com sistemas de áudio por IP da marca WORK PRO, utilizando 3 fontes de sinal (microfones para aviso, fundo musical, player para avisos automáticos) e 6 zonas de alto falantes. Entre em contato conosco saiba mais. www.domilux.com.br reandrade@domilux.com.br
Aprimore seu sistema de áudio sem gastar muito.
Nem sempre para melhorar nosso sistema de áudio precisamos gastar dinheiro além do que já gastamos para a montagem inicial do sistema. Não seremos hipócritas em afirmar que upgrades de equipamentos não são bem vindos, porém diante da crise atual e da cruel realidade financeira do mercado de dispositivos de áudio, onde para conseguirmos uma evolução do sistema a uma progressão aritimética os preços dos equipamentos sobem em progressão geométrica. Costumo dizer que a audiofilia não é somente o ato de gostar de ouvir uma musica na sua plenitude, como realmente ela foi gravada, como se estivesse ouvindo ao vivo, é também o ato de fazer pequenos ajustes que melhoram sensivelmente a resposta do seu sistema e o melhor de tudo isso sem gastar quase nada e em alguns casos sem gastar nada. Se você ainda está longe de conseguir comprar aquele par de caixas novo, teste algumas dessas sugestões e pode se surpreender com o que já tem. 1. Posicionamento de caixas de som Posicionar as caixas próximas a qualquer parede irá reforçar a reprodução dos graves. É tentador fazer isso, mas, na maioria dos modelos, esse método também prejudica a agilidade e precisão do grave. A maioria das caixas foi desenvolvida para ficar com pelo menos 30 cm de espaço de uma parede traseira e o mínimo de mais ou menos 1 metro de paredes laterais. Apontar as caixas para dentro no sentido da posição de quem vai escutar vai ajudar na definição do áudio estéreo. Não são somente as caixas que se beneficiam de um posicionamento cuidadoso. Todo o sistema deve ser colocado relativamente longe das caixas (o quanto o ambiente permitir) para restringir quaisquer vibrações que possam interferir no som. 2. Otimize a fonte de energia Energia elétrica de qualidade e livre de pequenos surtos e harmonicos é fundamental tanto para a preservação do equipamento como para a melhoria da qualidade do sistema. A maneira mais prática é a utilização de condicionadores de energia. É importante que todos os componentes estejam conectados no mesmo dispositivo de proteção criando o famoso e”feito bolha”, isso melhora o aterramento do sistema e também ajuda na qualidade do som. Você pode ir além e deixar uma alimentação dedicada de um disjuntor. Isso irá sobrepor quaisquer outros equipamentos que estiverem conectados que provocam ruídos no sinal – desde sua TV à geladeira. Essa medida não vale a pena para home theaters e sistemas de áudio mais simples, como LGs e Samsungs, mas à medida que vai melhorando a qualidade do sistema de som, mais vale a pena o esforço. 3. Remova as telas As telas das caixas são ótimas para deixar poeira e animais longe dos alto-falantes, mas elas atrapalham um pouco. Na maior parte do tempo, os engenheiros ajustam as caixas sem as telas, portanto usá-las coloca uma barreira entre você e o som que está sendo emitido. Por conta disso, essas telas são feitas para serem o mais finas e discretas possível, mas se você retirá-las cada vez que for usar as caixas, não precisa abrir mão da proteção nem do desempenho. 4. Aprimore o cabeamento A diferença de desempenho entre certos cabos é bem clara. Isso não quer dizer, necessariamente, que você precisa gastar mais com eles – há opções acessíveis e de boa qualidade. A melhora, claro, vai depender da capacidade do resto do seu sistema de som. 5. Amaciamento das caixas de som Muita gente não sabe mas quando compramos uma caixa de som nova ela ainda não é capaz de mostrar todo o seu desempenho. Uma caixa de som para tocar na sua plenitute necessita de 50 a 100 horas de reprodução para que ocorra seu amaciamento. É quase a mesma coisa que um carro novo, lembre-se de que nesse periodo de amaciamento não é recomendado a utilização do sistema em altos volumes. 6. Calibração do sistema Quando um sistema de áudio é montado, devemos prestar atenção a um detalhe que, em alguns casos, é negligenciado pelos instaladores: a calibragem. Neste processo, preparamos o receiver ou processador para trabalhar junto com o sistema de caixas, obtendo os melhores resultados. Ajuste de fase, crossover, tamanho das caixas, posicionamento de subwoofer, etc… Devido a quantidade de variáveis iremos fazer um post especifíco para abordar esse tema posteriormente. 7. Leve o seu sistema para uma revisão Um revendedor pode ajudar a aprimorar o sistema, desde uma inspeção rápida para garantir que está tudo funcionando como deveria, remover segmentos de cabos de audio oxidados, trocar peças e a sugerir upgrades específicos para o seu sistema de som. O produto que funciona bem para uma pessoa pode não ser a melhor opção para outra, e como os revendedores têm conhecimento dos produtos que vendem melhor do que qualquer um, você pode ser direcionado para algo que atenda seus requisitos sem ter que perder tempo lendo dezenas de resenhas e testando cada produto você mesmo.
Principais elementos de um projeto de Auditório.
O projeto de um auditório contempla desde os aspectos arquitetônicos que envolvem layout, isolamento e tratamento acústico, até o sistema de audiovisual. Não podemos esquecer dos mobiliários, central de comando, poltronas, luminotécnica, elétrica e serviço de emergência. São muitas variáveis que precisam ser consideradas, abaixo citamos alguns pontos que são fundamentais para um projeto de sucesso: Parceria Arquiteto e Integrador de Sistemas O primeiro e, na minha opinião, o mais importante é a parceria e a empatia entre o arquiteto e o integrador dos sistemas. A troca de requisitos entre as partes é fundamental e facilita a identificação da melhor solução. A adequação entre as necessidades técnicas e arquitetônica são primordiais para o sucesso do projeto. Infra Estrutura A infra-estrutura de um Auditório também deve ser projetada para atender a necessidade atual e expansões futuras. Devemos lembrar que conduites e caixinhas não custam caro. Acústica Não podemos deixar de mencionar as questões de acústica do ambiente que, certamente, será determinante no que se refere até na viabilidade do projeto. Por exemplo: Alguns auditórios estão localizados em ambientes com ruídos externos muito intensos o que pode inviabilizar uma apresentação ou uma reunião, isso no que se refere a qualidade de áudio e na inteligibilidade (capacidade de compreensão / entendimento) do que está sendo dito. Áudio e Vídeo Os equipamentos de um Auditório destinados a compor os sistemas de áudio (som) e vídeo ou seja Sistema Audiovisual, devem ser dimensionados para atender aos objetivos de utilização no auditório em questão, nem mais, nem menos! Isso inclui, Projetores, Telas, Matrizes, Seletores, Alto-falantes, Potencias, Mesas de Som, Cabine de comando, Automação, etc. 4.1 Sistema de áudio O sistema de áudio deve ter a potencia ideal para atender satisfatoriamente todos os ocupantes de um auditório na intensidade desejada e com uma qualidade condizente ao objetivo do espaço. 4.2 Sistema de Vídeo O principal elemento do sistema de vídeo de um auditório é o Projetor. Ele é o responsável por exibir as imagens na tela de projeção. Através dele podemos ver imagens projetadas em telas de 100, 150, 200 ou até 300″ polegadas, muitas vezes com tanta fidelidade que podemos até pensar que seria uma TV. Para escolhermos o melhor projetor para um Auditório, precisamos sempre nos atentar às especificações do seu modelo, afim de atender as necessidades do Auditório, obtendo então a melhor imagem e aproveitamento de Tela de Projeção. O fator mais procurado em um Projetor é a sua Luminosidade ou seja (Ansilumens), porém as especificações de um projetor, vai um pouco além disso. Também é importante se atentar ao Contraste, Resolução Nativa, Resolução Compatível, Aspect Ratio, Vida útil da Lampada, Formatos de Entrada. Cada uma delas é importante para obter o melhor uso do Projetor em seu dia dia. Quando se trata de Ansilumens (Luminosidade), alguns projetores mais simples possuem em média 2.000 Ansilumnes, e outros profissionais podem chegar em até 30.000 Ansilumnes. A quantidade de luz que entra no ambiente e a distância do projetor podem interferir drasticamente na qualidade de projeção de um Projetor, por isso estes fatores também devem ser levados em consideração em um Auditório. Entre em contato conosco e faça uma avaliação sem compromisso. DOMILUX www.domilux.com.br reandrade@domilux.com.br
A importância do Subwoofer no sistema de sonorização!
A pergunta pode ser feita a especialistas e usuários de home theater: qual tipo de som impressiona mais durante a reprodução de um filme? Quem respondeu “os graves” acertou; afinal, cinema é espetáculo, envolvimento. Basta prestar a atenção na trilha que antecede uma cena de explosão, tiroteio, ou num ataque de dinossauro, terremoto, trovão… São segundos de expectativa acompanhados de graves pulsantes, capazes de produzir inconscientemente uma reação de adrenalina com uma advertência de que algo muito sério (ou feio) está por vir. Essa “mensagem oculta” pode ser ainda mais intensa se estivermos submetidos a esse tipo de campo sonoro; daí a importância não só de um bom subwoofer como também de uma configuração precisa no corte de baixas frequências das caixas. Disponível em qualquer receiver ou processador surround, o ajuste bass managementpermite enviar às caixas determinada faixa de frequência, ficando o subwoofer com a responsabilidade de complementar a faixa inferior do espectro com graves ainda mais baixos. Mas se engana quem atribui ao subwoofer total responsabilidade pelo impacto das trilhas, pois de nada adianta ter um sub high-end se o sinal que o excita é incompatível com sua melhor faixa de atuação. Por outro lado, ao fazer o subwoofer trabalhar o tempo todo, a partir de uma frequência acima de 120Hz, e em alto volume, é provável que você ouça não graves limpos e definidos, mas muitas frequências de ressonância e reverberações por todo o ambiente. Dependendo do volume, nem é necessário dizer que terá de conter a fúria de seu vizinho nas altas horas da noite. É o tipo de ajuste mais importante em kits do tipo in-a-box, embora quase sempre indisponível no menu, onde as configurações de corte para caixas satélites já vêm pré-fixadas de fábrica numa frequência mais alta, geralmente em torno de 200Hz. As razões são simples: suprir a deficiência dessas caixas nas baixas frequências e, claro, impressionar o consumidor no ponto de venda. Dificilmente um leigo suspeitará do desempenho triunfante de um HTB reproduzindo filmes de ação, ficção ou aventura em um espaço reservado na loja. Essa “tática” é adotada também em show-rooms de lojas especializadas. O receiver é configurado para enviar ao subwoofer frequências a partir de 120Hz, que ficam ainda mais omnipresentes (e agressivas) com o volume do sub perto do máximo. O cliente então sente o piso e o sofá tremer e tem uma falsa impressão de qualidade. O QUE FAZER? As especificações técnicas das caixas podem ser o ponto de partida para definir (ou, pelo menos, entender) quais são as frequências a serem direcionadas ao subwoofer. Se a bookshelf, por exemplo, responde bem até 55Hz (+/-3dB), mantenha o controle crossover do subwoofer aberto na posição máxima; já no menu do receiver, ajuste-o para trabalhar a partir de 60Hz. Assim, o sub cobre a faixa de graves que as caixas podem não reproduzir tão bem, evitando distorções audíveis que certamente se refletem nas médias frequências. Mas a ficha técnica nunca deve ser encarada com rigor. É necessário conhecer o desempenho das caixas, especialmente as frontais (incluindo a central), para em seguida conferir o sub. Significa ouvir músicas – mesmo sabendo que poucos instrumentos se estendem às frequências abaixo de 40Hz –, trechos de filmes ou conteúdos de demonstração em DTS, Dolby ou THX. Esses são facilmente baixados na internet, e vêm carregados com trilhas de baixas frequências. Pelo menos, até que você se familiarize com a capacidade de graves obtida por cada caixa do conjunto, não há outra maneira de saber isso em curto prazo. AUTOCALIBRAGEM A calibragem automática dos receivers facilita definir o nível de saída (em dB) do subwoofer, geralmente em torno de 75dB. Embora um decibelímetro seja mais preciso, aplicativos para Android ou iOS também podem ajudar. Mas testes práticos feitos por nossa equipe revelam que nem sempre o software do receiver faz a leitura correta do sistema. Isso acontece devido à acústica problemática da sala, ao mau posicionamento das caixas ou até à qualidade do minúsculo microfone personalizado que acompanha os aparelhos. Não são raros os depoimentos de leitores com dúvidas sobre esse assunto: “Após a calibragem automática no meu receiver, senti o som com bem menos graves, o que devo fazer?”. Independente dos resultados obtidos com a calibragem automática, esse recurso continua sendo muito útil, sobretudo nos ajustes de nível de volume (dB) e atraso (delay) em todos os canais. Mas alguns “retoques” no corte de frequências não devem ser vistos como heresia. Recentemente, a calibragem automática de um dos receivers avaliados manteve em 110Hz a frequência de corte de nossas bookshelf de boa sensibilidade, embora o resultado das demais configurações tenha sido perfeito. Nesse caso, como já sabíamos que a caixas respondiam bem até 50Hz, rapidamente ajustamos manualmente para esse valor de corte. DICAS ÚTEIS Após finalizar a calibragem automática, cheque os resultados na configuração das caixas. Verifique se o corte de frequências para todas se aproxima da resposta plana fornecida pelo fabricante, bem como a cobertura de frequências do sub para evitar buracos no som. Caso não estejam, faça manualmente. Não há um ajuste de graves padrão para qualquer home theater. Isso varia de acordo com as caixas e o tipo de conteúdo mais reproduzido no sistema. No caso de filmes e shows, com bookshelf ou torre de menor porte, cujo disco ou streaming já traz um sinal LFE (Low Frequency Effect) dedicado, configure os graves para trabalhar abaixo de 80Hz – recomendação também da THX. Salas de até 20m2, por exemplo, dificilmente requerem subwoofer com potência superior a 500W RMS contínuos e woofer de 10”. Modelos de 12” exigem maior distância para o ouvinte perceber com exatidão a profundidade das ondas geradas pelo drive em um gabinete de maior massa. As ressonâncias da sala ocorrem quando o nível de baixas frequências é aumentado demasiadamente e não se consegue controlar as vibrações que atingem todo o ambiente. A solução é ter bom senso e cautela ao manipular o volume do subwoofer, que deve ser nivelado próximo das demais caixas do sistema. O uso
TecnoMultimídia InfoComm Brasil mostra tendências em áudio, vídeo e automação
Terminou nesta quinta-feira em São Paulo a 5a. edição da TecnoMultimídia InfoComm Brasil, reunindo algumas das principais marcas dos segmentos de áudio, vídeo e automação. Embora o foco principal do evento seja a tecnologia de uso em espaços públicos e corporativos, um dos destaques acabou sendo a variedade de soluções em automação residencial e predial. Marcas nacionais e internacionais de automação participaram da Feira demonstrando soluções que estão chegando ao mercado brasileiro. A Biltech, por exemplo, está iniciando a distribuição da marca americana NuBryte, especializada em sistemas de controle sem fio para a casa toda. “A ideia é substituir aos poucos todos os interruptores da residência pelos recursos integrados ao nosso aplicativo”, diz Antonio Caramico, diretor da Biltech. Já a Flex Automação, que representa o consórcio Z-Wave, apresentou em seu estande soluções desenvolvidas no Brasil, como a linha de fechaduras eletrônicas FlexLock, que utilizam biometria e/ou reconhecimento facial (foto), além de vários tipos de sensores que podem ou não ser integrados a sistemas de automação. Outra empresa nacional em destaque na TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018 foi a Wow Automação, com a estratégia de focar nos integradores especializados para disseminar o conceito de “IoT dentro de casa”. Segundo Gabriel Hansmann, diretor da empresa, que possui fábrica em São Carlos (SP), a cada produto adquirido o integrador recebe um curso gratuito, presencial ou online. “Nosso sistema não necessita de central de automação”, explica Hansmann. “Basta uma rede interna na casa, pois todo o processamento é feito na nuvem. Não depende de conexão à internet”. Para mais informações sobre a TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018, visite o site oficial, ou acesse businesstech.net.br. Veja também nosso hot site Smart Home. FONTE: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL
Domilux inaugura ShowRoom em parceria com a Casa Nandos e a arquiteta Patrícia Sant’Anna
Uma arte digital anônima inspira e traduz este ambiente, projetado para a degustação das múltiplas possibilidades de automação da tecnologia Domilux onde áudio, vídeo e iluminação são programados e controlados por toques, seja em seus painéis digitais em substituição dos antigos interruptores ou na palma das mãos daqueles que com seus smartphones ditam a cena. Associado a isto, todo o design , conforto e funcionalidade dos móveis Casas Nandos trazendo excelência para suas funções através de um sofá-chaise retrátil , puff , cadeira de aproximação , rack , cristaleira e mesinhas multifuncionais , dando apoio e cumprindo com excelência suas funções. Por fim , as cores laranja e azul trazidas pela ‘ Boneca Digital’ pincelam de alegria todo o ambiente. Venha conhecer nosso ShowRoom. Ele está localizado na Av. ACM, 1298 – Iataigara – Shopping Cidade. Entre em contato conosco e agende um atendimento personalizado. Tel: 71 3012-5002 / 71 98680-0305
Veja como a tecnologia valoriza seu imóvel…
A automação residencial é o novo patamar de luxo do segmento imobiliário. A inclusão da tecnologia nas casas e apartamentos vai muito além de apenas facilitar o dia a dia dos moradores. Imóveis modernos e altamente digitais têm um valor de revenda maior do que os modelos simples e não equipados com acessórios tecnológicos. Mas, você sabe o que pode ser automatizado em sua casa? Neste artigo, vamos apresentar algumas possibilidades. Confira! Incremento na segurança Um dos pontos mais requisitados na automação residencial não é o conforto, mas sim a segurança. Através da automação da sua residência, você pode tornar o acesso a ela mais rigoroso. Isso é feito de diversas formas e as mais modernas são a liberação de acesso através da digital ou da íris. Além disto, aqueles simples itens de segurança, os sensores de presença, que só serviam para ativar alarmes, agora podem ser utilizados para notificar remotamente a movimentação dentro de sua casa. Outro ponto incrível, mas simples, com o qual a automação residencial pode colaborar para a segurança da sua casa, é o acionamento remoto da iluminação e até de aparelhos de TV e áudio. Isso tudo simula a presença de pessoas no imóvel e inibe a ação de invasores. Conforto na palma das mãos Quem está conhecendo o mundo das residências autônomas logo pensa na comodidade de chegar em casa e encontrar a porta aberta pela aproximação do chaveiro, luzes acessas ou até o ar condicionado ou aquecedor ligados. Com a automação residencial, os moradores têm uma gama de opções, tais como persianas que abrem e fecham em determinados horários para regular a incidência do sol da manhã ou da tarde. Economia automatizada A automação residencial pode promover economia e nem sempre demanda muitas cifras de investimento. Por exemplo, ao instalar sensores de presença nos ambientes, você tem a facilidade já adotada por muitas empresas e que reduzem drasticamente o consumo de energia: se não tem ninguém no ambiente, as luzes e climatizadores são desligados e novamente ativados quando alguém volta para o ambiente. A valorização do imóvel com a automação residencial Ao melhorar a segurança, conforto e economia da casa ou apartamento, o proprietário agrega valor ao imóvel. Aliás, o valor agregado pode até ser maior do que o real. Afinal, qualquer pessoa fica impressionada com as vantagens de um sistema de automação residencial completo. E tal encanto ainda fica maior quando essa tecnologia apresenta uma economia real, tanto nas contas de água como nas de luz. Então, pesquise mais sobre o assunto e solicite uma visita de consultores da Domilux. Além de viver com maior conforto, certamente você recuperará o investimento ao precificar o imóvel, se optar por vendê-lo. Basta falar conosco pelo telefone (71) 3012-5002, WhatsApp (71) 98123-0707 ou pelo e-mail comercial@domilux.com.br.
Transforme sua casa em música…
Em junho de 2016 a WAVE incorporou mais um produto a sua linha, o Multiroom! Ainda jovem, mas com potencial de gente grande esse aparelho tem o poder de proporcionar distribuição de áudio com controle de uma forma totalmente independente. Deixando você à vontade para escolher o que tocar em ambientes diferenciados. Gostou? Não para por aí! Umas das vantagens de se ter um Multiroom, além é claro do dinamismo e qualidade do som é a sua possibilidade de expansão, levando sonorização para um maior número de ambientes, ou seja, podendo ser cascateado mais de um equipamento. Contando sempre com o mesmo número de fontes. O Multiroom WAVE tem mostrado uma grande aceitação no mercado devido inúmeras qualidades: praticidade e fácil instalação, alto desempenho (ligado em modo bridge dobra sua potência de saída), design moderno, aplicativo próprio, comando por IR, além de driver para automações (Key Digital, Creston, Control4 e Scenario). Dois modelos estão disponíveis no mercado: WMR66, para seis zonas, encontrado a partir de R$ 6.980,00 e WMR46, para quatro zonas, no valor de R$: 5.990,00. (veja aqui suas características) Além de tudo isso o aparelho possui vários acessórios, como: três modelos de Keypads (WMR-KP1, WMR-KP2, WMR-KP3), controle remoto (WMR-HCR) base expansora para Keypad (WMR-HUB), conversor Digital-Analógico (WMR- RJR-2), e um acessório que facilita quando não for utilizar a automação, a interface de IP (WMR-W323) que permite comando por APP próprio. Veja aqui como funcionam esses acessórios Para mais informações entre em contato Domilux Tecnologia Fone: (71) 3012-5002 e-mail: comercial@domilux.com.br
