Nem sempre para melhorar nosso sistema de áudio precisamos gastar dinheiro além do que já gastamos para a montagem inicial do sistema. Não seremos hipócritas em afirmar que upgrades de equipamentos não são bem vindos, porém diante da crise atual e da cruel realidade financeira do mercado de dispositivos de áudio, onde para conseguirmos uma evolução do sistema a uma progressão aritimética os preços dos equipamentos sobem em progressão geométrica. Costumo dizer que a audiofilia não é somente o ato de gostar de ouvir uma musica na sua plenitude, como realmente ela foi gravada, como se estivesse ouvindo ao vivo, é também o ato de fazer pequenos ajustes que melhoram sensivelmente a resposta do seu sistema e o melhor de tudo isso sem gastar quase nada e em alguns casos sem gastar nada. Se você ainda está longe de conseguir comprar aquele par de caixas novo, teste algumas dessas sugestões e pode se surpreender com o que já tem. 1. Posicionamento de caixas de som Posicionar as caixas próximas a qualquer parede irá reforçar a reprodução dos graves. É tentador fazer isso, mas, na maioria dos modelos, esse método também prejudica a agilidade e precisão do grave. A maioria das caixas foi desenvolvida para ficar com pelo menos 30 cm de espaço de uma parede traseira e o mínimo de mais ou menos 1 metro de paredes laterais. Apontar as caixas para dentro no sentido da posição de quem vai escutar vai ajudar na definição do áudio estéreo. Não são somente as caixas que se beneficiam de um posicionamento cuidadoso. Todo o sistema deve ser colocado relativamente longe das caixas (o quanto o ambiente permitir) para restringir quaisquer vibrações que possam interferir no som. 2. Otimize a fonte de energia Energia elétrica de qualidade e livre de pequenos surtos e harmonicos é fundamental tanto para a preservação do equipamento como para a melhoria da qualidade do sistema. A maneira mais prática é a utilização de condicionadores de energia. É importante que todos os componentes estejam conectados no mesmo dispositivo de proteção criando o famoso e”feito bolha”, isso melhora o aterramento do sistema e também ajuda na qualidade do som. Você pode ir além e deixar uma alimentação dedicada de um disjuntor. Isso irá sobrepor quaisquer outros equipamentos que estiverem conectados que provocam ruídos no sinal – desde sua TV à geladeira. Essa medida não vale a pena para home theaters e sistemas de áudio mais simples, como LGs e Samsungs, mas à medida que vai melhorando a qualidade do sistema de som, mais vale a pena o esforço. 3. Remova as telas As telas das caixas são ótimas para deixar poeira e animais longe dos alto-falantes, mas elas atrapalham um pouco. Na maior parte do tempo, os engenheiros ajustam as caixas sem as telas, portanto usá-las coloca uma barreira entre você e o som que está sendo emitido. Por conta disso, essas telas são feitas para serem o mais finas e discretas possível, mas se você retirá-las cada vez que for usar as caixas, não precisa abrir mão da proteção nem do desempenho. 4. Aprimore o cabeamento A diferença de desempenho entre certos cabos é bem clara. Isso não quer dizer, necessariamente, que você precisa gastar mais com eles – há opções acessíveis e de boa qualidade. A melhora, claro, vai depender da capacidade do resto do seu sistema de som. 5. Amaciamento das caixas de som Muita gente não sabe mas quando compramos uma caixa de som nova ela ainda não é capaz de mostrar todo o seu desempenho. Uma caixa de som para tocar na sua plenitute necessita de 50 a 100 horas de reprodução para que ocorra seu amaciamento. É quase a mesma coisa que um carro novo, lembre-se de que nesse periodo de amaciamento não é recomendado a utilização do sistema em altos volumes. 6. Calibração do sistema Quando um sistema de áudio é montado, devemos prestar atenção a um detalhe que, em alguns casos, é negligenciado pelos instaladores: a calibragem. Neste processo, preparamos o receiver ou processador para trabalhar junto com o sistema de caixas, obtendo os melhores resultados. Ajuste de fase, crossover, tamanho das caixas, posicionamento de subwoofer, etc… Devido a quantidade de variáveis iremos fazer um post especifíco para abordar esse tema posteriormente. 7. Leve o seu sistema para uma revisão Um revendedor pode ajudar a aprimorar o sistema, desde uma inspeção rápida para garantir que está tudo funcionando como deveria, remover segmentos de cabos de audio oxidados, trocar peças e a sugerir upgrades específicos para o seu sistema de som. O produto que funciona bem para uma pessoa pode não ser a melhor opção para outra, e como os revendedores têm conhecimento dos produtos que vendem melhor do que qualquer um, você pode ser direcionado para algo que atenda seus requisitos sem ter que perder tempo lendo dezenas de resenhas e testando cada produto você mesmo.
Tela de Dupla Projeção – Porque assistir só de um lado?
Denominada DUAL Film Screen ®, as películas de retro projeção com visualização em ambos os lados, é hoje o melhor material disponível para esta finalidade, pois pode ser usada como projeção frontal na face em que se está sendo projetada em função de sua superfície anti-reflexo distribuindo a imagem de forma homogênea e mantendo a mesma imagem no lado inverso à projeção. – Não tem efeito “hotSpot”. Material – Película a base de Poliéster Aplicação – Adesivo permanente á base de água semelhante aos filmes de controle solar (InsuFilms) Disponibilidade – Branca e Cinza Substrato de instalação – Vidro, acrílico ou policarbonato. Entre em contato conosco e solicite uma avaliação.
A importância do Subwoofer no sistema de sonorização!
A pergunta pode ser feita a especialistas e usuários de home theater: qual tipo de som impressiona mais durante a reprodução de um filme? Quem respondeu “os graves” acertou; afinal, cinema é espetáculo, envolvimento. Basta prestar a atenção na trilha que antecede uma cena de explosão, tiroteio, ou num ataque de dinossauro, terremoto, trovão… São segundos de expectativa acompanhados de graves pulsantes, capazes de produzir inconscientemente uma reação de adrenalina com uma advertência de que algo muito sério (ou feio) está por vir. Essa “mensagem oculta” pode ser ainda mais intensa se estivermos submetidos a esse tipo de campo sonoro; daí a importância não só de um bom subwoofer como também de uma configuração precisa no corte de baixas frequências das caixas. Disponível em qualquer receiver ou processador surround, o ajuste bass managementpermite enviar às caixas determinada faixa de frequência, ficando o subwoofer com a responsabilidade de complementar a faixa inferior do espectro com graves ainda mais baixos. Mas se engana quem atribui ao subwoofer total responsabilidade pelo impacto das trilhas, pois de nada adianta ter um sub high-end se o sinal que o excita é incompatível com sua melhor faixa de atuação. Por outro lado, ao fazer o subwoofer trabalhar o tempo todo, a partir de uma frequência acima de 120Hz, e em alto volume, é provável que você ouça não graves limpos e definidos, mas muitas frequências de ressonância e reverberações por todo o ambiente. Dependendo do volume, nem é necessário dizer que terá de conter a fúria de seu vizinho nas altas horas da noite. É o tipo de ajuste mais importante em kits do tipo in-a-box, embora quase sempre indisponível no menu, onde as configurações de corte para caixas satélites já vêm pré-fixadas de fábrica numa frequência mais alta, geralmente em torno de 200Hz. As razões são simples: suprir a deficiência dessas caixas nas baixas frequências e, claro, impressionar o consumidor no ponto de venda. Dificilmente um leigo suspeitará do desempenho triunfante de um HTB reproduzindo filmes de ação, ficção ou aventura em um espaço reservado na loja. Essa “tática” é adotada também em show-rooms de lojas especializadas. O receiver é configurado para enviar ao subwoofer frequências a partir de 120Hz, que ficam ainda mais omnipresentes (e agressivas) com o volume do sub perto do máximo. O cliente então sente o piso e o sofá tremer e tem uma falsa impressão de qualidade. O QUE FAZER? As especificações técnicas das caixas podem ser o ponto de partida para definir (ou, pelo menos, entender) quais são as frequências a serem direcionadas ao subwoofer. Se a bookshelf, por exemplo, responde bem até 55Hz (+/-3dB), mantenha o controle crossover do subwoofer aberto na posição máxima; já no menu do receiver, ajuste-o para trabalhar a partir de 60Hz. Assim, o sub cobre a faixa de graves que as caixas podem não reproduzir tão bem, evitando distorções audíveis que certamente se refletem nas médias frequências. Mas a ficha técnica nunca deve ser encarada com rigor. É necessário conhecer o desempenho das caixas, especialmente as frontais (incluindo a central), para em seguida conferir o sub. Significa ouvir músicas – mesmo sabendo que poucos instrumentos se estendem às frequências abaixo de 40Hz –, trechos de filmes ou conteúdos de demonstração em DTS, Dolby ou THX. Esses são facilmente baixados na internet, e vêm carregados com trilhas de baixas frequências. Pelo menos, até que você se familiarize com a capacidade de graves obtida por cada caixa do conjunto, não há outra maneira de saber isso em curto prazo. AUTOCALIBRAGEM A calibragem automática dos receivers facilita definir o nível de saída (em dB) do subwoofer, geralmente em torno de 75dB. Embora um decibelímetro seja mais preciso, aplicativos para Android ou iOS também podem ajudar. Mas testes práticos feitos por nossa equipe revelam que nem sempre o software do receiver faz a leitura correta do sistema. Isso acontece devido à acústica problemática da sala, ao mau posicionamento das caixas ou até à qualidade do minúsculo microfone personalizado que acompanha os aparelhos. Não são raros os depoimentos de leitores com dúvidas sobre esse assunto: “Após a calibragem automática no meu receiver, senti o som com bem menos graves, o que devo fazer?”. Independente dos resultados obtidos com a calibragem automática, esse recurso continua sendo muito útil, sobretudo nos ajustes de nível de volume (dB) e atraso (delay) em todos os canais. Mas alguns “retoques” no corte de frequências não devem ser vistos como heresia. Recentemente, a calibragem automática de um dos receivers avaliados manteve em 110Hz a frequência de corte de nossas bookshelf de boa sensibilidade, embora o resultado das demais configurações tenha sido perfeito. Nesse caso, como já sabíamos que a caixas respondiam bem até 50Hz, rapidamente ajustamos manualmente para esse valor de corte. DICAS ÚTEIS Após finalizar a calibragem automática, cheque os resultados na configuração das caixas. Verifique se o corte de frequências para todas se aproxima da resposta plana fornecida pelo fabricante, bem como a cobertura de frequências do sub para evitar buracos no som. Caso não estejam, faça manualmente. Não há um ajuste de graves padrão para qualquer home theater. Isso varia de acordo com as caixas e o tipo de conteúdo mais reproduzido no sistema. No caso de filmes e shows, com bookshelf ou torre de menor porte, cujo disco ou streaming já traz um sinal LFE (Low Frequency Effect) dedicado, configure os graves para trabalhar abaixo de 80Hz – recomendação também da THX. Salas de até 20m2, por exemplo, dificilmente requerem subwoofer com potência superior a 500W RMS contínuos e woofer de 10”. Modelos de 12” exigem maior distância para o ouvinte perceber com exatidão a profundidade das ondas geradas pelo drive em um gabinete de maior massa. As ressonâncias da sala ocorrem quando o nível de baixas frequências é aumentado demasiadamente e não se consegue controlar as vibrações que atingem todo o ambiente. A solução é ter bom senso e cautela ao manipular o volume do subwoofer, que deve ser nivelado próximo das demais caixas do sistema. O uso
TecnoMultimídia InfoComm Brasil mostra tendências em áudio, vídeo e automação
Terminou nesta quinta-feira em São Paulo a 5a. edição da TecnoMultimídia InfoComm Brasil, reunindo algumas das principais marcas dos segmentos de áudio, vídeo e automação. Embora o foco principal do evento seja a tecnologia de uso em espaços públicos e corporativos, um dos destaques acabou sendo a variedade de soluções em automação residencial e predial. Marcas nacionais e internacionais de automação participaram da Feira demonstrando soluções que estão chegando ao mercado brasileiro. A Biltech, por exemplo, está iniciando a distribuição da marca americana NuBryte, especializada em sistemas de controle sem fio para a casa toda. “A ideia é substituir aos poucos todos os interruptores da residência pelos recursos integrados ao nosso aplicativo”, diz Antonio Caramico, diretor da Biltech. Já a Flex Automação, que representa o consórcio Z-Wave, apresentou em seu estande soluções desenvolvidas no Brasil, como a linha de fechaduras eletrônicas FlexLock, que utilizam biometria e/ou reconhecimento facial (foto), além de vários tipos de sensores que podem ou não ser integrados a sistemas de automação. Outra empresa nacional em destaque na TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018 foi a Wow Automação, com a estratégia de focar nos integradores especializados para disseminar o conceito de “IoT dentro de casa”. Segundo Gabriel Hansmann, diretor da empresa, que possui fábrica em São Carlos (SP), a cada produto adquirido o integrador recebe um curso gratuito, presencial ou online. “Nosso sistema não necessita de central de automação”, explica Hansmann. “Basta uma rede interna na casa, pois todo o processamento é feito na nuvem. Não depende de conexão à internet”. Para mais informações sobre a TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018, visite o site oficial, ou acesse businesstech.net.br. Veja também nosso hot site Smart Home. FONTE: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL
O fim do problema da “CAIXA PRETA” na sala do cliente…
Uma solução para Designers e Arquitetos de Interiores A Domilux traz uma novidade que vem solucionar o velho problema da caixa preta no meio da sala de estar do cliente: O Subwoofer. Agora os arquitetos e designeis de interiores não têm mais motivos para esconder as caixas acústicas. Chegou o subwoofer Exclusive, lançamento da AAT feito sob encomenda com o mesmo tecido da sua decoração. Pode ser um jeans descolado, uma estampa alegre ou um linho sóbrio e refinado. Personalize você também! Alie beleza e alta performance em um produto inovador e totalmente exclusivo, só seu, do jeito que você sempre sonhou.
Curso: Projetando Tecnologias. Voltado para Arquitetos e Design de Interiores, tem o objetivo de disseminar conhecimento demonstrando os principais elementos para a elaboração de um projeto integrado de sistemas de tecnologia residencial e corporativo.
A Domilux vai promover no dia 30/09, na EBAM – Escola Bahiana de Arte e Moda, localizada na Rua Feira de Santana, 04 – Rio Vermelho, o curso: Projetando Tecnologias, uma visão técnica e de mercado. Voltado para Arquitetos e Design de Interiores, tem o objetivo de disseminar conhecimento demonstrando os principais elementos para a elaboração de um projeto integrado de sistemas de tecnologia residencial e corporativo. Confira mais abaixo o conteúdo programático completo. Inscrições: Passe um e-mail para cursos@domilux.com.br solicitando sua participação ou Ligue: 71 3012-5002. (Inscreva-se e participe do sorteio do Livro: Automação Residencial Conceitos e Aplicações) OBJETIVO Fornecer para os profissionais uma visão integrada dos projetos de tecnologia residencial e corporativa, apresentando conceitos teóricos básicos para o entendimento do tema, apresentar os principais sistemas, suas características e melhores práticas com foco em automação e luminotécnica, demonstrar a importância e o papel do profissional na etapa da concepção do projeto e dar uma visão de custo e de mercado. METODOLOGIA Aulas teóricas voltadas à aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados. Para finalização há exposição prática de sistemas reduzidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Energia elétrica 1.1 Conceitos básicos 1.2 Proteção Projetos de Tecnologia Integrados 2.1 Conceito 2.2 Quadros de Sistemas 2.3 Topologia Profissionais envolvidos 3.1 Arquitetos e Design de Interiores 3.2 Fabricantes 3.3 Projetista 3.4 Integradores Sistemas 4.1 Automação 4.1.1 O que é automação; 4.1.2 Componentes de um sistema; 4.1.3 Protocolos de Comunicação; 4.1.4 Automação Sem fio x Cabeada; 4.1.5 Aplicações; 4.2 Áudio e Vídeo 4.2.1 Tipos de Sistemas 4.2.2 TV Aberta x Fechada 4.2.3 Acústica 4.2.3.1 Isolamento 4.2.3.1 Condicionamento 4.3 Dados e Telecomunicações 4.3.1 Topologia 4.3.2 Rede Cabeada 4.3.3 Ampliação WiFi 4.4 Segurança 4.4.1 Sistemas de Alarme 4.4.1.1 Centrais 4.4.1.2 Sensores 4.4.1.3 Monitoramento 4.4.2 CFTV 4.4.2.1 Classificação das soluções 4.4.2.2 IP X Analógica Luminotécnica 5.1 Fundamentos 5.2 Aspectos Físicos e Sensoriais da Luz 5.3 Utilização da Luz 5.4 Projetando a Luz Cabeamento Estruturado Residêncial (NBR 16264:2016) Custos e Mercado 7.1 A atuação do arquiteto e do Design de Interiores 7.2 Concepção do Projeto 7.3 Fases do Projeto 7.4 Elementos de Custo 7.5 Exemplos
Este vídeo mostra com o Paul Barton desenvolveu e aperfeiçoou sua melhor criação, a caixa de som Imagine T3 da marca canadense PSB SPEAKERS. A Domilux é revendedor oficial da PSB na Bahia.
Domilux inaugura ShowRoom em parceria com a Casa Nandos e a arquiteta Patrícia Sant’Anna
Uma arte digital anônima inspira e traduz este ambiente, projetado para a degustação das múltiplas possibilidades de automação da tecnologia Domilux onde áudio, vídeo e iluminação são programados e controlados por toques, seja em seus painéis digitais em substituição dos antigos interruptores ou na palma das mãos daqueles que com seus smartphones ditam a cena. Associado a isto, todo o design , conforto e funcionalidade dos móveis Casas Nandos trazendo excelência para suas funções através de um sofá-chaise retrátil , puff , cadeira de aproximação , rack , cristaleira e mesinhas multifuncionais , dando apoio e cumprindo com excelência suas funções. Por fim , as cores laranja e azul trazidas pela ‘ Boneca Digital’ pincelam de alegria todo o ambiente. Venha conhecer nosso ShowRoom. Ele está localizado na Av. ACM, 1298 – Iataigara – Shopping Cidade. Entre em contato conosco e agende um atendimento personalizado. Tel: 71 3012-5002 / 71 98680-0305
Dimensionamento de móvel para Home Theater
Equipamentos eletrônicos são sensíveis à temperatura. É extremamente importante que os móveis permitam a circulação de ar, com ao menos uma entrada e uma saída, para não comprometer a durabilidade e funcionamento. Pensando nisso a Domilux está compartilhando uma tabela de medidas padrão que pode auxiliar o desenvolvimento do projeto de seu Home Theater em um momento inicial. Todos os móveis devem possuir no mínimo 50cm de profundidade para acomodar os equipamentos de áudio e vídeo. Caso o cliente opte por caixas Bookshelf ou Torre, estas devem ser ter seu espaço definido no corte do móvel. Caixas torre precisam estar em contato com o piso. Para facilitar as conexões de cabos e ligações elétricas, o Rack para Home Theater deve possuir fundo falso com aproximadamente 10cm para ocultar a passagem dos cabos. O SubWoofer, equipamento responsável pelos graves do sistema de áudio, deve ser instalado em contato com o piso, isolado do móvel devido à vibração intensa. Caso queira, antes de finalizar o projeto do móvel, enviar o arquivo para comercial@domilux.com.br para que possamos avaliar o projeto.
Veja como a tecnologia valoriza seu imóvel…
A automação residencial é o novo patamar de luxo do segmento imobiliário. A inclusão da tecnologia nas casas e apartamentos vai muito além de apenas facilitar o dia a dia dos moradores. Imóveis modernos e altamente digitais têm um valor de revenda maior do que os modelos simples e não equipados com acessórios tecnológicos. Mas, você sabe o que pode ser automatizado em sua casa? Neste artigo, vamos apresentar algumas possibilidades. Confira! Incremento na segurança Um dos pontos mais requisitados na automação residencial não é o conforto, mas sim a segurança. Através da automação da sua residência, você pode tornar o acesso a ela mais rigoroso. Isso é feito de diversas formas e as mais modernas são a liberação de acesso através da digital ou da íris. Além disto, aqueles simples itens de segurança, os sensores de presença, que só serviam para ativar alarmes, agora podem ser utilizados para notificar remotamente a movimentação dentro de sua casa. Outro ponto incrível, mas simples, com o qual a automação residencial pode colaborar para a segurança da sua casa, é o acionamento remoto da iluminação e até de aparelhos de TV e áudio. Isso tudo simula a presença de pessoas no imóvel e inibe a ação de invasores. Conforto na palma das mãos Quem está conhecendo o mundo das residências autônomas logo pensa na comodidade de chegar em casa e encontrar a porta aberta pela aproximação do chaveiro, luzes acessas ou até o ar condicionado ou aquecedor ligados. Com a automação residencial, os moradores têm uma gama de opções, tais como persianas que abrem e fecham em determinados horários para regular a incidência do sol da manhã ou da tarde. Economia automatizada A automação residencial pode promover economia e nem sempre demanda muitas cifras de investimento. Por exemplo, ao instalar sensores de presença nos ambientes, você tem a facilidade já adotada por muitas empresas e que reduzem drasticamente o consumo de energia: se não tem ninguém no ambiente, as luzes e climatizadores são desligados e novamente ativados quando alguém volta para o ambiente. A valorização do imóvel com a automação residencial Ao melhorar a segurança, conforto e economia da casa ou apartamento, o proprietário agrega valor ao imóvel. Aliás, o valor agregado pode até ser maior do que o real. Afinal, qualquer pessoa fica impressionada com as vantagens de um sistema de automação residencial completo. E tal encanto ainda fica maior quando essa tecnologia apresenta uma economia real, tanto nas contas de água como nas de luz. Então, pesquise mais sobre o assunto e solicite uma visita de consultores da Domilux. Além de viver com maior conforto, certamente você recuperará o investimento ao precificar o imóvel, se optar por vendê-lo. Basta falar conosco pelo telefone (71) 3012-5002, WhatsApp (71) 98123-0707 ou pelo e-mail comercial@domilux.com.br.
