A tecnologia torna nossas atividades mais fáceis. De um simples controle remoto para ligar e desligar equipamentos a robôs que fazem tarefas complexas, o dia a dia ganha mais agilidade e até precisão com ela. Isso ocorre tanto no ambiente doméstico quanto no corporativo. Imagine, por exemplo, chegar ao escritório e, ao toque de um botão, ter a sala do jeito que você gosta: as cortinas abertas para o sol entrar, as luzes direcionais iluminando determinadas áreas e o ar-condicionado funcionando na temperatura ideal. Na saída, outro toque no botão e tudo é desligado automaticamente. Assim, a tecnologia trabalha a seu favor, deixando o ambiente confortável enquanto você está lá, mas sem o risco de esquecer algo ligado ao sair e ter custos desnecessários. É assim que funciona a automação corporativa. Venha conhecer as suas vantagens e possibilidades! O que é, afinal, a automação corporativa? É o controle automatizado dos recursos tecnológicos de um recinto para torná-lo mais funcional. Com ela, fica mais fácil manipular os dispositivos (equipamentos de áudio, vídeo, iluminação, ar-condicionado e outros) usados no ambiente corporativo no dia a dia. Isso é feito por sistemas inteligentes e pode incluir, ainda, itens de segurança (como o controle de alarmes de qualquer lugar da empresa e a integração dos sistemas de câmeras de vigilância), com a possibilidade de acesso em tempo real. Todo o sistema pode ser controlado com apenas um toque em um smartphone, tablet ou interruptores inteligentes. E se for esquecido ligado, não tem problema: ele pode ser controlado a distância pela internet. Outra possibilidade é programá-lo para que faça atividades agendadas, com dias e horários definidos, ou mesmo para que execute tarefas automáticas, acionadas com base em acontecimentos captados pelos sensores (um movimento pode acender uma lâmpada, por exemplo). Quais as suas vantagens? Um dos maiores impactos da automação corporativa aparece na conta de luz, já que há um controle efetivo do seu uso com uma consequente redução de gastos. Essa não é, porém, a única vantagem. Confira, a seguir, mais alguns benefícios trazidos por ela: Segurança Detectores de fumaça, inundação e vazamento contribuem diretamente para a segurança de um ambiente: quando são acionados é o primeiro indício de problemas. Se forem descobertos antecipadamente, permitem que se tomem providências para evitar acidentes. Por esse motivo, tê-los automatizados é ainda melhor. Praticidade Ter todos os controles à mão, ao alcance de um toque na tela do celular, torna o relacionamento com a tecnologia mais fluido, ágil e prático. Assim, a rotina de trabalho não sofre impacto desses pequenos detalhes. Sofisticação Com um ambiente moderno, a empresa se mostra sofisticada e preparada para adotar tendências. Assim, além do benefício funcional da solução, a imagem da companhia é afetada positivamente a partir da implantação desse tipo de tecnologia. Produtividade Como as tarefas são feitas de forma automática, tornam-se mais rápidas. Além disso, é possível determinar qual a iluminação ideal e a temperatura mais confortável para que a equipe trabalhe melhor e tenha a maior produtividade possível. Sustentabilidade Com a redução nos gastos com recursos como luz e água, a empresa colabora para a proteção do meio ambiente. Em resumo, a automação corporativa é útil para empreendimentos de todos os portes e segmentos. Trata-se, portanto, de um investimento que valoriza o negócio. Fonte: businesstech.net.br
A importância do Subwoofer no sistema de sonorização!
A pergunta pode ser feita a especialistas e usuários de home theater: qual tipo de som impressiona mais durante a reprodução de um filme? Quem respondeu “os graves” acertou; afinal, cinema é espetáculo, envolvimento. Basta prestar a atenção na trilha que antecede uma cena de explosão, tiroteio, ou num ataque de dinossauro, terremoto, trovão… São segundos de expectativa acompanhados de graves pulsantes, capazes de produzir inconscientemente uma reação de adrenalina com uma advertência de que algo muito sério (ou feio) está por vir. Essa “mensagem oculta” pode ser ainda mais intensa se estivermos submetidos a esse tipo de campo sonoro; daí a importância não só de um bom subwoofer como também de uma configuração precisa no corte de baixas frequências das caixas. Disponível em qualquer receiver ou processador surround, o ajuste bass managementpermite enviar às caixas determinada faixa de frequência, ficando o subwoofer com a responsabilidade de complementar a faixa inferior do espectro com graves ainda mais baixos. Mas se engana quem atribui ao subwoofer total responsabilidade pelo impacto das trilhas, pois de nada adianta ter um sub high-end se o sinal que o excita é incompatível com sua melhor faixa de atuação. Por outro lado, ao fazer o subwoofer trabalhar o tempo todo, a partir de uma frequência acima de 120Hz, e em alto volume, é provável que você ouça não graves limpos e definidos, mas muitas frequências de ressonância e reverberações por todo o ambiente. Dependendo do volume, nem é necessário dizer que terá de conter a fúria de seu vizinho nas altas horas da noite. É o tipo de ajuste mais importante em kits do tipo in-a-box, embora quase sempre indisponível no menu, onde as configurações de corte para caixas satélites já vêm pré-fixadas de fábrica numa frequência mais alta, geralmente em torno de 200Hz. As razões são simples: suprir a deficiência dessas caixas nas baixas frequências e, claro, impressionar o consumidor no ponto de venda. Dificilmente um leigo suspeitará do desempenho triunfante de um HTB reproduzindo filmes de ação, ficção ou aventura em um espaço reservado na loja. Essa “tática” é adotada também em show-rooms de lojas especializadas. O receiver é configurado para enviar ao subwoofer frequências a partir de 120Hz, que ficam ainda mais omnipresentes (e agressivas) com o volume do sub perto do máximo. O cliente então sente o piso e o sofá tremer e tem uma falsa impressão de qualidade. O QUE FAZER? As especificações técnicas das caixas podem ser o ponto de partida para definir (ou, pelo menos, entender) quais são as frequências a serem direcionadas ao subwoofer. Se a bookshelf, por exemplo, responde bem até 55Hz (+/-3dB), mantenha o controle crossover do subwoofer aberto na posição máxima; já no menu do receiver, ajuste-o para trabalhar a partir de 60Hz. Assim, o sub cobre a faixa de graves que as caixas podem não reproduzir tão bem, evitando distorções audíveis que certamente se refletem nas médias frequências. Mas a ficha técnica nunca deve ser encarada com rigor. É necessário conhecer o desempenho das caixas, especialmente as frontais (incluindo a central), para em seguida conferir o sub. Significa ouvir músicas – mesmo sabendo que poucos instrumentos se estendem às frequências abaixo de 40Hz –, trechos de filmes ou conteúdos de demonstração em DTS, Dolby ou THX. Esses são facilmente baixados na internet, e vêm carregados com trilhas de baixas frequências. Pelo menos, até que você se familiarize com a capacidade de graves obtida por cada caixa do conjunto, não há outra maneira de saber isso em curto prazo. AUTOCALIBRAGEM A calibragem automática dos receivers facilita definir o nível de saída (em dB) do subwoofer, geralmente em torno de 75dB. Embora um decibelímetro seja mais preciso, aplicativos para Android ou iOS também podem ajudar. Mas testes práticos feitos por nossa equipe revelam que nem sempre o software do receiver faz a leitura correta do sistema. Isso acontece devido à acústica problemática da sala, ao mau posicionamento das caixas ou até à qualidade do minúsculo microfone personalizado que acompanha os aparelhos. Não são raros os depoimentos de leitores com dúvidas sobre esse assunto: “Após a calibragem automática no meu receiver, senti o som com bem menos graves, o que devo fazer?”. Independente dos resultados obtidos com a calibragem automática, esse recurso continua sendo muito útil, sobretudo nos ajustes de nível de volume (dB) e atraso (delay) em todos os canais. Mas alguns “retoques” no corte de frequências não devem ser vistos como heresia. Recentemente, a calibragem automática de um dos receivers avaliados manteve em 110Hz a frequência de corte de nossas bookshelf de boa sensibilidade, embora o resultado das demais configurações tenha sido perfeito. Nesse caso, como já sabíamos que a caixas respondiam bem até 50Hz, rapidamente ajustamos manualmente para esse valor de corte. DICAS ÚTEIS Após finalizar a calibragem automática, cheque os resultados na configuração das caixas. Verifique se o corte de frequências para todas se aproxima da resposta plana fornecida pelo fabricante, bem como a cobertura de frequências do sub para evitar buracos no som. Caso não estejam, faça manualmente. Não há um ajuste de graves padrão para qualquer home theater. Isso varia de acordo com as caixas e o tipo de conteúdo mais reproduzido no sistema. No caso de filmes e shows, com bookshelf ou torre de menor porte, cujo disco ou streaming já traz um sinal LFE (Low Frequency Effect) dedicado, configure os graves para trabalhar abaixo de 80Hz – recomendação também da THX. Salas de até 20m2, por exemplo, dificilmente requerem subwoofer com potência superior a 500W RMS contínuos e woofer de 10”. Modelos de 12” exigem maior distância para o ouvinte perceber com exatidão a profundidade das ondas geradas pelo drive em um gabinete de maior massa. As ressonâncias da sala ocorrem quando o nível de baixas frequências é aumentado demasiadamente e não se consegue controlar as vibrações que atingem todo o ambiente. A solução é ter bom senso e cautela ao manipular o volume do subwoofer, que deve ser nivelado próximo das demais caixas do sistema. O uso
TecnoMultimídia InfoComm Brasil mostra tendências em áudio, vídeo e automação
Terminou nesta quinta-feira em São Paulo a 5a. edição da TecnoMultimídia InfoComm Brasil, reunindo algumas das principais marcas dos segmentos de áudio, vídeo e automação. Embora o foco principal do evento seja a tecnologia de uso em espaços públicos e corporativos, um dos destaques acabou sendo a variedade de soluções em automação residencial e predial. Marcas nacionais e internacionais de automação participaram da Feira demonstrando soluções que estão chegando ao mercado brasileiro. A Biltech, por exemplo, está iniciando a distribuição da marca americana NuBryte, especializada em sistemas de controle sem fio para a casa toda. “A ideia é substituir aos poucos todos os interruptores da residência pelos recursos integrados ao nosso aplicativo”, diz Antonio Caramico, diretor da Biltech. Já a Flex Automação, que representa o consórcio Z-Wave, apresentou em seu estande soluções desenvolvidas no Brasil, como a linha de fechaduras eletrônicas FlexLock, que utilizam biometria e/ou reconhecimento facial (foto), além de vários tipos de sensores que podem ou não ser integrados a sistemas de automação. Outra empresa nacional em destaque na TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018 foi a Wow Automação, com a estratégia de focar nos integradores especializados para disseminar o conceito de “IoT dentro de casa”. Segundo Gabriel Hansmann, diretor da empresa, que possui fábrica em São Carlos (SP), a cada produto adquirido o integrador recebe um curso gratuito, presencial ou online. “Nosso sistema não necessita de central de automação”, explica Hansmann. “Basta uma rede interna na casa, pois todo o processamento é feito na nuvem. Não depende de conexão à internet”. Para mais informações sobre a TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2018, visite o site oficial, ou acesse businesstech.net.br. Veja também nosso hot site Smart Home. FONTE: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL
Mito sobre isolamento acústico!
Recentemente num bairro de Salvador me deparei com uma promoção imperdível de uma loja de colchões e tecidos. Se já não bastasse, eu perguntei ao vendedor: “Serve para q esse material?” E ele prontamente e com muita segurança respondeu: “para isolamento acústico de estúdio”. Isolamento? Desde quando espuma isola? A falta de conhecimento mantém essa informação no comércio. Por isso temos o dever de informar a todos os envolvidos com estúdios três coisas muito simples: 1. Caixa de ovo não é material acústico. É inflamável, alergênica e possui pouca absorção acústica. 2. Espuma não isola som algum. Serve para absorver sons de alta frequência, mas não impede a transmissão sonora. Esse tipo de espuma ainda por cima é altamente inflamável. Lembram da Boate Kiss? Vale registrar q existem espumas de qualidade e q atendem as normas técnicas. 3. Para isolar, o material precisa ser denso ou heterogêneo, isto é, composto por materiais diferentes. Aproveitar esse tipo de “promoção” representa total desperdício de dinheiro além oferecer riscos à saúde e à vida.
O fim do problema da “CAIXA PRETA” na sala do cliente…
Uma solução para Designers e Arquitetos de Interiores A Domilux traz uma novidade que vem solucionar o velho problema da caixa preta no meio da sala de estar do cliente: O Subwoofer. Agora os arquitetos e designeis de interiores não têm mais motivos para esconder as caixas acústicas. Chegou o subwoofer Exclusive, lançamento da AAT feito sob encomenda com o mesmo tecido da sua decoração. Pode ser um jeans descolado, uma estampa alegre ou um linho sóbrio e refinado. Personalize você também! Alie beleza e alta performance em um produto inovador e totalmente exclusivo, só seu, do jeito que você sempre sonhou.
Estudo IDC revela impressões dos brasileiros com relação às casas inteligentes
A última edição do QuISI, estudo conduzido pela Qualcomm em parceria com a IDC, revelou que 98,1% dos brasileiros usam o smartphone para se comunicar e executar tarefas cotidianas que exigiriam deslocamento físico. Ainda, 41,9% dos usuários brazucas tendem a trocar de aparelho a cada 2 anos. Abaixo reproduzimos o tercho que trata sobre as casas conectadas Casas conectadas e inteligentes Quanto ao conceito de casa inteligente, conectada à Internet das Coisas, 67,3% dos entrevistados disseram já estarem familiarizados com a ideia. Apesar disso, apenas 4,3% deles já possuem pelo menos um dispositivo inteligente em casa, enquanto outros 68,4% gostariam de ter, mas ainda acham esses produtos muito caros. Com relação aos benefícios de uma casa inteligente, 81,3% das pessoas ouvidas pela pesquisa acreditam que o controle de segurança seja o mais atrativo, enquanto 75% gostam da ideia de controlar a iluminação remotamente. O estudo completo pode ser acessado em http://www.idclatin.com/quisi2017/brasil.html
5 dicas fundamentais para a segurança de condomínios.
A qualidade de nossas vidas está atrelada à segurança que temos em nosso dia a dia profissional e pessoal. Infelizmente, a violência cresce cada vez mais, atingindo patamares surpreendentes e colocando em risco o nosso bem-estar. Em meio a esse cenário, a segurança de condomínios é um assunto muito importante e deve ser levado muito a sério. Quando ela não existe ou é insuficiente, seus moradores e seus bens estão em risco e isso deve ser evitado a todo custo. No nosso post de hoje, mostramos 5 importantes dicas para a segurança de condomínios. Continue sua leitura e tire todas suas dúvidas. 1. Treine seus funcionários Em um condomínio existem vários funcionários. Sejam eles porteiros, jardineiros ou síndicos, todos devem estar atualizados em relação às melhores práticas de segurança. Como é impossível prever quando alguma situação de risco vai acontecer, você deve realizar treinamentos e palestras periodicamente para prepará-los da melhor maneira possível. Além disso, lembre-se de utilizar uma linguagem facilmente entendida por todos e esteja pronto para tirar dúvidas. Não deixe nada para trás e veja os resultados positivos surgirem naturalmente. 2. Realize um controle de acesso As tecnologias mudaram a maneira como interagimos com o mundo, e não poderia ser diferente para a segurança de condomínios. Nessas horas, o controle de acesso é uma prática que permite apenas a entrada de pessoas autorizadas na propriedade . Esse controle pode ser: físico: contando com a participação de um porteiro, segurança ou guarda; mecânico: determinado pela utilização de chaves e fechaduras; eletrônico: sistemas que usam a biometria ou cartões de acesso para liberar a passagem. Para escolher a melhor opção, deve-se analisar as necessidades de seu condomínio, sempre levando em consideração seu orçamento financeiro. 3. Cadastre empresas terceirizadas A entrada e saída de funcionários de empresas prestadoras de serviços também deve ser monitorada. Por isso, realize um cadastro com todos os dados necessários e saiba quem está circulando em suas dependências. Entre em contato com seus parceiros, informe-os sobre essa nova política e elimine burocracias nesse processo. 4. Instale câmeras de segurança O monitoramento do interior e das redondezas de um condomínio deve ser realizado por meio de câmeras de segurança. Ao utilizá-las, é possível acompanhar tudo o que ali acontece e, caso ocorra algum incidente, identificar possíveis suspeitos. Dessa maneira, instale um circuito de CFTV de maneira correta, evitando pontos cegos e utilizando equipamentos modernos e de muita qualidade. 5. Incentive a participação dos moradores Os moradores também são essenciais para garantir a segurança em condomínios. Em muitos casos, são eles que não fecham os portõescorretamente ou não têm a devida atenção em alguma atividade que realizam. Desse modo, faça palestras e deixe bem claro como cada um pode fazer a diferença com simples atitudes. A satisfação de seus clientes só pode ser alcançada quando a segurança de condomínios é um dos valores mais importantes em seu dia a dia de trabalho. Assim, opte pelas melhores técnicas e equipamentos para garanti-la. DOMILUX TECNOLOGIA
Ação conjunta beneficia a ala geriatrica do Hospital Irmã Dulce.
A Domilux, em parceria com as Design de Interiores Barbara Sampaio e Virginia Vila Nova, proporcionaram uma melhor qualidade de vida para um dos leitos geriátricos do Hospital Irmã Dulce. Além da mudança do clima do leito com uma decoração mais leve e moderna, a Domilux implantou uma solução de TV Digital garantindo que as pacientes acompanhem toda a programação de nossa TV em alta definição.
Soluções Completas em Conectividade
A Domilux tem o grande prazer de oferecer aos seus clientes as soluções de cabeamento estruturado de pequeno porte da Legrand. A Legrand é referência no mercado brasileiro de cabeamento estruturado residencial e terciário, oferecendo diferentes alternativas que se adaptam perfeitamente às necessidades do seu projeto. Oferecemos soluções completas de quadros e conectividade com nível de acabamento superior para projetos residenciais de alto padrão em instalações com alto nível de exigência técnica e performance e também para simples projetos. I. PREMIUM – Acabamento superior e alto nível de exigência técnica aliados tanto nos módulos de conectividade quanto em quadros; II. PROFESSIONAL – Acabamento superior em quadros e alto nível de exigência técnica em conectividade; III. STANDARD – Alto nível de exigência técnica em conectividade com a simplicidade em quadros. Com as linhas Premium, Professional e Standard, aliadas à conectividade Legrand é possível realizar qualquer instalação de cabeamento estruturado em ambientes residenciais ou em pequenos escritórios. A Domilux é revendedor oficial das soluções Legrand. Entre em contato conosco e prepare sua casa para uma vida conectada e confortável. Domilux 71-3012-5002 comercial@domilux.com.br
Cabeamento Estruturado Residencial – Evento Legrand
A Domilux, representado pelo seu diretor Renavan Andrade e a arquiteta Rachel Café, estiveram presentes no evento oferecido pela Legrand no restaurante Barbacoa para parceiros da região. O tema foi Cabeamento Estruturado, tivemos a oportunidade de ver as novas soluções oferecidas e o novo conceito Legrand 360, onde a Legrand oferece uma solução completa para qualquer necessidade, desde residências até grandes projetos. Cabeamento estruturado residencial É um conceito relativamente novo e a cada dia ganha importância significativa em todos os projetos residenciais de construção ou reforma e está regulamentado pela norma ABNT NBR 16264:2016 – Cabeamento Estruturado Residencial, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03). Projetado e executado de forma correta ele irá estabelecer uma estrutura consistente para transmissão de dados, voz e vídeo, e permitirá que sejam incorporadas novas tecnologias sem a necessidade de ajustes e alterações significativas. Com o aumento das tecnologias de conectividade embarcadas na maioria dos equipamentos domésticos e, sem considerar a Internet das Coisas que já bate a nossa porta e em muito pouco tempo estará espalhada na maioria das nossas casas, fica evidente a importância de um projeto de Cabeamento Estruturado bem elaborado e executado em conformidade com as normas técnicas. Já sabemos que o Cabeamento Estruturado possui uma importância inquestionável e que deve ser levado em consideração em todos os projetos de construção ou reforma residenciais.
